sábado, 28 de novembro de 2015

Água no Monte das Caldas

A água que brota no Monte das Caldas, sempre me causou admiração! Como é que a água "nasce" aqui no alto deste monte? A pouco mais de 50 metros do ponto mais alto.
Esta curiosidade, resultou em um pesquisa de informações e dados que possam explicar como se mantêm as fontes e nascentes de água do Monte das Caldas.

Pesquisa:

São várias as nascentes que alimentam algumas fontes.
Será considerado só a fonte dos Caleiros ou das Caldas

Fonte de água das Caldas
Caudal de água:
- 5 m3 hora
- por dia: 120 m3 dia
- Ano  estimativa de água que brota na Fonte das Caldas: 43800 m3


Bacia Hidrográfica 

Estimativa de água resultante da bacia hidrográfica, ou seja a água sendo resultante só da chuva.

Área bacia hidrográfica - Aproximadamente
300m x 300m = 90.000m2

 A pluviosidade média anual Braga é 2158 mm. (informação Ipma e climate-data.org)

A chuva na mesma área será de aproximadamente:
190.000m3 por ano

Ou seja toda a chuva de um ano esgotava-se em 4 fontes de água idênticas à das caldas, sendo que maior parte da água é escoada por outros lugares, como o antigo caleiro, e maior parte da água é absorvida pelo solo e plantas.

A conclusão é que a água tem de vir do algum sítio, ou seja, tem de subir, porque se fosse só chuva, não seria possível.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Albano Belino -continuação

Com o agradecimento do Arqueólogo Gonçalo Cruz, da Sociedade Martins Sarmento, transcrevemos aqui parte de e-mail relativo a um pedido de informações e registos históricos do Monte das Caldas e principalmente, referente a Albano Belino, assim:
"De facto, Albano Belino efectuou trabalhos de prospecção no Monte das Caldas, embora não tenhamos, na colecção existente na SMS, materiais atribuídos a este sítio arqueológico. Temos duas peças recolhidas na Freguesia de Semelhe (o conhecido "Altar de Semelhe" e um vaso cerâmico), mas nenhuma delas atribuída especificamente ao Monte das Caldas.

É possível que existam várias referências a este local na correspondência mantida entre Belino e Sarmento. Encontrarão na ligação abaixo alguns excertos dessa correspondência, bem como o inventário dos materiais que integram a colecção de Albano Belino:
http://www.csarmento.uminho.pt/docs/sms/exposicoes/CatalogoBelinoWeb.pdf

Ainda que provavelmente já conheçam esta obra, segue aqui outra ligação para o artigo de Belino publicado no Archeologo Portugues, onde também se refere o Monte das Caldas:
http://www.patrimoniocultural.pt/static/data/publicacoes/o_arqueologo_portugues/serie_1/volume_14/1_cidades_mortas.pdf
"

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Vamos correr!

O Monte das Caldas está agora com umas condições muito interessantes para uma corrida. Claro que subir e descer não é fácil, mas temos largos caminhos de acesso. E claro é muito bonito ver a luz de fim de tarde no alto do Monte.
Aqui fica o registo de 18 de Outubro de 2014












segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Já é Outono

É Outono e o monte convida a passear, a correr e a andar.
Os novos estradões de acesso facilitam o acesso, tanto das pessoas como de algumas viaturas.






terça-feira, 8 de setembro de 2015

NOVO! Estradão de acesso -

NOVO!  Estradão de acesso - 
Porque falar é importante! Mostrar que a preservação ambiental e acessos em caso de fogo são importantes.







Quase ardeu!

Nos fins de Agosto, quase.... quase ardia tudo! Mas FELIZMENTE, ficou por esta zona.



domingo, 21 de junho de 2015

Castro das Caldas e Albano Belino

Depois de várias pesquisas pelas Bibliotecas locais, relativamente a antigos trabalhos de escavações arqueológicas no Castro das Caldas, poucas referências e registos foram encontrados.
É com especial agradecimento à Profa. Manuela Martins, da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, que confirma os únicos registos atribuídos a Albano Belino.
Os trabalhos terão sido efectuados no início do Século XX e existem algumas referências no seu Trabalho 'Cidades Mortas' do mesmo autor.
Albano Belino foi um promotor da arqueologia bracarense. Criou, um primeiro núcleo museológico de Arqueologia, privado, onde reuniu a sua colecção particular, composta por numerosos monumentos epigráficos recolhidos em Braga e arredores, cerâmica, fíbulas, fragmentos de mosaicos e tijolos. Esta colecção dispersou-se, após a sua morte, em 1906, principalmente pelo Museu da Sociedade Martins Sarmento - A mesma responsável pela Citânia de Briteiros.