Partilho 3 fotografias com um registo do Castro das Caldas.
Surpreendeu-me a qualidade de construção evidenciada lá no topo do Monte das Caldas.
A chuva deste Inverno fez o trabalho de revelar esta construção, mas temo que os veículos motorizados que por ali circulam, alterem o que ali está, faz séculos.
quarta-feira, 19 de março de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
2014
Neste primeiro registo de 2014, quero partilhar as primeiras fotografias deste ano. As corridas pelo Monte das Caldas têm sido muito agradáveis e sempre frequentes. A utilização do Monte das Caldas continua a ser diminuta ou quase nula, pelas pessoas que habitam a sua encosta. Espero durante este ano ver mais pessoas a passear, fazer desporto, enfim utilizar o Monte.
O percurso: carlosma's 1:37 h Trail running Move
O percurso: carlosma's 1:37 h Trail running Move
19-01-2014 - dia frio e Sol
inscrição curiosa encontrada
sem comentários
Monte de São Filipe
Tibães
domingo, 17 de novembro de 2013
Vídeo de uma corrida pelo Monte das Caldas
Fiz este vídeo de uma corrida pelo Monte das Caldas e freguesias vizinhas. Um percurso que considero muito bonito, este com 17 Km.
A qualidade de imagem não é a melhor e até pode causar enjoo... Fica a ideia
Para quem quiser ver o percurso no mapa:
A qualidade de imagem não é a melhor e até pode causar enjoo... Fica a ideia
Para quem quiser ver o percurso no mapa:
Fica também o percurso:
domingo, 3 de novembro de 2013
Vou ali a Tibães e já volto.
Corrida pelo Monte das Caldas, Monte de São Filipe e descida até ao Mosteiro de Tibães, com regresso pelo Campo de Futebol de Sequeira. Total de 13Km.
A corrida:
carlosma's 1:41 h Trail running Move
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Outubro - Outono no Monte das Caldas
Já começou a caça! O Monte das Caldas, fica ocupado aos Domingos, em contraste com o resto do ano. É a única altura do ano que vejo pessoas por este espaço. Embora não consiga entender o que fazem estas quase duas dezenas de pessoas que vou encontrando quase todos os Domingos.
Fica aqui mais uma volta entre o Monte das Caldas - são Filipe e Mosteiro de Tibães, com regresso a Sequeira, um total de 10Km
carlosma's 1:46 h Trail running Move
Fica aqui mais uma volta entre o Monte das Caldas - são Filipe e Mosteiro de Tibães, com regresso a Sequeira, um total de 10Km
carlosma's 1:46 h Trail running Move
domingo, 1 de setembro de 2013
Incêndios por toda a parte
Hoje dia 1 de Setembro de 2013, em mais uma corrida pelo Monte das Caldas, deparei com um cenário de vários incêndios. Do topo foi possível ver incêndios a Sul, um grande incêndio na direcção de Braga e fumo por quase todo o lado.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Verão incêndios e tudo mais.
Agosto, dias quentes! E este cheiro a incêndio misturado com o fresco da noite. Perturba-me estes constantes incêndios florestais, sendo que ainda hoje foi notícia que mais 4 carros de combate a incêndio arderam, mas felizmente não houve vítimas.
Nós não sabemos viver com a pouca floresta que temos, não sabemos cuidar dos montes, não cuidamos minimamente dos espaços verdes e não sabemos viver neles.
Denoto uma falta de sensibilidade com todo o espaço que não é urbano, parece mesmo que o Verde se limita aqueles espaços de relva perfeita ou bonitos jardins.
Tenho a certeza que os montes e pequenos espaços florestais que temos irão continuar a arder, pois cada vez temos mais meios para os tentar combater. As unidades de comando das situações de combate a incêndio são tão complexas e utilizam tantos meios humanos e tecnológicos que por vezes se auto-bloqueiam.
Ainda no dia 9 deste mês um diferendo entre duas empresas de meios aéreos obrigou que um helicóptero tivesse de ir abastecer a Espanha.
Assistimos constantemente a acidentes e mesmo morte de Bombeiros, o que em minha opinião se deve a uma falha de estrutura de comando, pouco conhecimento das zonas e, uma grande doze de emotividade. Um bombeiro "vibra" só de ouvir a sirene de incêndios... E quando há fogo a sua entrega é total, nada mais importa.
Os terrenos que pertencem ao estado, têm de produzir madeira de uma forma ou de outra. Ou melhor tem de haver uma gestão florestal. Corta-se uma árvore, como consequência planta-se uma nova; arde - planta-se novamente em espaço de cultura florestal, o mesmo deverão fazer os privados.
Há notícias dos fogos que não têm nada a ver com "Noticia" mas sim com o espectáculo que o fogo tem, ou porque nesta altura há menos futebol, e os políticos estão de férias. Mesmo assim saliento algumas que valeria a pena serem mais faladas, como:
- Conseguimos exportar incêndios de trás-os-montes para Espanha. Incêndio em Miranda do Douro que passou para Espanha, mas que segundo parece logo foi apagado do lado Espanhol.
- Os helicópteros e meios de combate a incêndio que defendem empresas de produção de madeira ou celulose, parece que funcionam.
Já vivemos muito mais próximos da floresta, mas agora estamos mesmo muito longe.
As nossas crianças têm de ir passear para o monte, conhecer a floresta, brincar com as plantas e assim tentar ver que, lá por a formiga dos monte ser maior, ou haver muitos outros bichinhos, não é razão para fugir para o lugar urbano possível.
Carlos Araújo
12-8-2013
Nós não sabemos viver com a pouca floresta que temos, não sabemos cuidar dos montes, não cuidamos minimamente dos espaços verdes e não sabemos viver neles.
Denoto uma falta de sensibilidade com todo o espaço que não é urbano, parece mesmo que o Verde se limita aqueles espaços de relva perfeita ou bonitos jardins.
Tenho a certeza que os montes e pequenos espaços florestais que temos irão continuar a arder, pois cada vez temos mais meios para os tentar combater. As unidades de comando das situações de combate a incêndio são tão complexas e utilizam tantos meios humanos e tecnológicos que por vezes se auto-bloqueiam.
Ainda no dia 9 deste mês um diferendo entre duas empresas de meios aéreos obrigou que um helicóptero tivesse de ir abastecer a Espanha.
Assistimos constantemente a acidentes e mesmo morte de Bombeiros, o que em minha opinião se deve a uma falha de estrutura de comando, pouco conhecimento das zonas e, uma grande doze de emotividade. Um bombeiro "vibra" só de ouvir a sirene de incêndios... E quando há fogo a sua entrega é total, nada mais importa.
Os terrenos que pertencem ao estado, têm de produzir madeira de uma forma ou de outra. Ou melhor tem de haver uma gestão florestal. Corta-se uma árvore, como consequência planta-se uma nova; arde - planta-se novamente em espaço de cultura florestal, o mesmo deverão fazer os privados.
Há notícias dos fogos que não têm nada a ver com "Noticia" mas sim com o espectáculo que o fogo tem, ou porque nesta altura há menos futebol, e os políticos estão de férias. Mesmo assim saliento algumas que valeria a pena serem mais faladas, como:
- Conseguimos exportar incêndios de trás-os-montes para Espanha. Incêndio em Miranda do Douro que passou para Espanha, mas que segundo parece logo foi apagado do lado Espanhol.
- Os helicópteros e meios de combate a incêndio que defendem empresas de produção de madeira ou celulose, parece que funcionam.
Já vivemos muito mais próximos da floresta, mas agora estamos mesmo muito longe.
As nossas crianças têm de ir passear para o monte, conhecer a floresta, brincar com as plantas e assim tentar ver que, lá por a formiga dos monte ser maior, ou haver muitos outros bichinhos, não é razão para fugir para o lugar urbano possível.
Carlos Araújo
12-8-2013
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